Estética Quente Brasileira é o design de interiores que utiliza paleta terrosa (terracota, cumaru, areia), materiais nativos (madeira freijó, fibras de sisal, cerâmica jequitinhonha) e luz dourada difusa, criando ambientes sensoriais adaptados ao clima tropical úmido.
Características
Valoriza texturas táteis orgânicas, ventilação natural através de tecidos permeáveis e proporções fluidas que equilibram rusticidade cultural com sofisticação contemporânea, dialogando com biofilia e maximalismo tropical.
Materiais Essenciais
- Madeiras nativas : Cumaru, tauari, jequitibá – toneladas de mel que aquecem sem pesar
- Fibras brasileiras : Sisal, juta, buriti – suportes plantas e divisórias arejadas
- Cerâmica artesanal : Barro tauá do Vale do Jequitinhonha para vasos e painéis
- Tecidos respiráveis : Linho cru, algodão trançado, malhas leves
Funções Climáticas
- Filtro luz solar intensa através de rendas e fibras
- Promove ventilação cruzada com divisórias tecidas
- Regula a umidade através de materiais porosos
- Cria sombra difusa e conforto térmico passivo
Aplicações
- Varandas 2x3m: Cestaria pendente + madeira freijó
- Salas 40m²: Painéis cerâmica tauá + tapetes sisal
- Cozinhas: Prateleiras cumaru + cerâmica funcional
Termos próximos
Arquitetura biofílica · Materialidade sensorial · Ventilação passiva · Biofilia maximalista · Artesanato tropical
externa :ArchDaily Brasil – Biofilia Contemporânea Brasileira